, nem que o céu e as entrelinhas digam que não quero ouvir o ruído no ouvido de quem fala de fora da nave especial que vaga e vem em torno do sol que aja além do brilho estúpido e os limpos esgotos pingam gotas em cada lugar que caia em si pra guardanapos os dias de festa não os diários que guardam o ritmo do passo passado e o que vai é levado nas costas dos dizeres mais esquecidos correndo risco de caneta é preta o azul da letra é automática alto lá garotambém sou só escritautomímica e descrevoltas em tornados atopotencializados dedos do dada do dúbio sentido os rastroslentos ralenta o ritmo digo o tempo alisando devagar pra não cair digo distrair embora o tirar que desponta em todos os arcos barquinhos de papelão papeizinhos de encantos secretos mudas roupas criados pra mudar o esqueleto de quem lê na cabeceira o jantar na noite beira o lugar que não pensei pensando em te dar o outro que guardará em mim seu lugar vou voltar e em lados de cada fato novo o olvido que guardo e lembro arde o azedume azeviche zero a zero.

 

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BRASIL, Sudeste, BELO HORIZONTE, SANTA CRUZ, Homem, de 26 a 35 anos, Arte e cultura, Música, francesco: poeta, guitarrista, professor

 
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